A armadilha dos “Hidden Costs” (Custos Escondidos)

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Tecnologia não é a barreira para o IoT

Segundo o World Economic Forum, em 2008 já havia mais objetos conectados na rede do que seres humanos no planeta (figura 1). Em 2025 serão mais de 50 bilhões de objetos conectados.
World Economic Forum
Figura 1 | Fonte: World Economic Forum
  Pode-se dizer que as barreiras tecnológicas estão ficando para trás uma a uma e ano após ano: microprocessadores com mais capacidade e menor tamanho, a disponibilidade de armazenamento aumentando com os serviços de “cloud” para todas as necessidades, múltiplos protocolos e redes de comunicação, entre outros avanços. Olhando ao nosso redor, podemos nos perguntar: qual é o grande passo para que as dezenas de bilhões de objetos conectados sejam atingidos? O que pode impedir a explosão do IoT? A tecnologia não para de evoluir e sempre haverá espaço para melhorias, porém, no momento, o filtro para que o número de projetos IoT escale parece que está em outro lugar: a planilha Excel. Exato! O “go” ou o “no go” de um projeto aparece na planilha, no business case, que detalha o “ROI” – ou Retorno sobre o Investimento, o “payback”, o “breakeven” ou mesmo a margem EBTIDA que indicam a viabilidade de um projeto. O CFO é quem define o destino daquele projeto tão promissor que traz ganhos de eficiência para a linha de produção, reduz o consumo de energia ou permite manter o cumprimento do SLA e outros ganhos operacionais. Nada de novo aqui. Porém, muitas vezes os indicadores de viabilidade de um projeto podem não estar trazendo a mensagem mais precisa para o tomador de decisão.

Backend: o “Hidden Cost” da Conectividade IoT

Se olharmos de forma simplificada para uma solução IoT, ela normalmente é formada (figura 2) a partir de:

[1] Dispositivos, [2] Rede + Backend, [3] Aplicação e [4] Integração.

Apenas para efeitos desta discussão específica, consideramos que a Segurança está e deve ser atendida em cada um dos componentes da solução.
Redes + Backend
Figura 2 | Dispositivos
  No item [2] Redes + Backend, onde normalmente muito se debate acerca das tecnologias de comunicação, a parte do Backend fica relegada a um segundo momento da discussão. Grandes ou startups, muitas empresas passam por esse “esquecimento” e em alguns casos, são guiadas pela confiança de que esse tema se resolve durante a implantação do projeto. Infelizmente, não é tão simples assim quando falamos de operações industriais ou demandas de larga escala. Assim como no ditado, nada (de qualidade) é de graça. Isso também vale para o IoT.  Aqui entra em questão o tema dos Custos Escondidos ou “Hidden Costs”, um dos pontos que só é percebido com o projeto em andamento, ou “descoberto” num estágio avançado de testes ou implantação onde tempo e dinheiro já foram gastos.

Afinal, o que é o Backend e por que ele é tão importante para o IoT?

Sem entrar de forma demasiada nas questões e termos técnicos, o Backend é a estrutura tecnológica formada por servidores, softwares ou plataformas que permitem o funcionamento de um sistema, neste caso, uma solução IoT. Inclui também os custos para a operação (OPEX) de toda essa estrutura, como a equipe de suporte, gestão da segurança etc. É o Backend IoT que permite que um dado coletado por um sensor e transmitido por uma rede de comunicação seja recebido, formatado, tratado e armazenado para que, finalmente, se transforme na sua razão de existir: informação. Um Backend profissional não é trivial e nem barato de se montar. Muito pelo contrário: trata-se de um projeto por si só. Quem já teve a experiência de montar essa estrutura sabe que orçamento e tempo serão necessários para essa implantação e integração. Estamos falando de milhões de reais (CAPEX e OPEX) e meses de trabalho envolvendo equipes multidisciplinares. Um bom business case IoT precisa levar em conta esse fator e evitar descobrir tardiamente um desagradável e relevante Custo Escondido.

Backend Sigfox: suporte para escalar projetos

Na figura 3, é possível ver em destaque como um Backend de conectividade IoT é estruturado na rede Sigfox. Todo o investimento e os custos operacionais já estão incluídos no preço da conectividade. Não existe custo escondido para o Backend IoT.
A estrutura de Backend Sigfox
Figura 3 | A estrutura de Backend Sigfox
  Toda a estrutura já está montada em nível “Carrier Class” para atender as operações em mais de 65 países onde a rede Sigfox está presente, atendendo empresas multinacionais com escalabilidade e projetos globais. Confira no vídeo maiores detalhes operacionais da Central de Rede da Sigfox:

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  • Simplicidade,
  • Escalabilidade e
  • Baixo custo na conectividade IoT
  A WND Brasil, operadora SigFox Conheça mais a WND Brasil através do site: https://www.wndgroup.io/ Dúvidas e sugestões, contate: https://www.wndgroup.io/partners/#become-a-partner A WND Brasil, operadora SigFox, participa desde 2017 da comunidade de Membros do Tudo Sobre IoT. Artigo escrito por Thelma Troise, inspirado na palestra WND do IOT DAY.
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